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30 de Setembro de 2015

Balança Comercial Brasiliera - Setembro 2015

Na terceira semana de setembro de 2015, a balança comercial registrou superávit de US$ 352 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,670 bilhões e importações de US$ 3,318 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 10,082 bilhões e as importações, US$ 8,288 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,794 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 138,429 bilhões e as importações, US$ 129,333 bilhões, com saldo positivo de US$ 9,096 bilhões.

A média das exportações da 3ª semana chegou a US$ 734,0 milhões, 8,4% abaixo da média de US$ 801,5 milhões até a 2ª semana, em razão da queda nas exportações de produtos manufaturados (-10,9%, de US$ 328,6 milhões para US$ 292,8 milhões, em razão, principalmente, de plataforma p/extração de petróleo, autopeças, laminados planos, automóveis, aviões, polímeros plásticos e motores para veículos) e básicos (-7,6%, de US$ 354,7 milhões para US$ 327,8 milhões, por conta de soja em grão, petróleo em bruto, carne de frango, bovina e suína, café em grão e milho em grão). Por outro lado, cresceram as vendas de semimanufaturados (+1,0%, de US$ 97,9 milhões para US$ 98,9 milhões, em razão de celulose, açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, alumínio em bruto e ferro-ligas). Do lado das importações, apontou-se crescimento de 6,8%, sobre igual período comparativo (média da 3ª semana, US$ 663,6 milhões/média até a 2ª semana, US$ 621,3 milhões), explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos e aparelhos eletroeletrônicos.

Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de setembro/2015 (US$ 775,5 milhões) com a de setembro/2014 (US$ 891,6 milhões), houve retração de 13,0%, em razão da queda das três categorias de produtos: semimanufaturados (-20,4%, de US$ 123,5 milhões para US$ 98,3 milhões, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, couros e peles, ferro-ligas e ouro em forma semimanufaturada), básicos (-18,9%, de US$ 424,4 milhões para US$ 344,4 milhões, por conta, principalmente, de minério de ferro, petróleo em bruto, fumo em folhas, farelo de soja, carne de frango e café em grão) e manufaturados (-0,3%, de US$ 315,8 milhões para US$ 314,8 milhões, por conta de açúcar refinado, máquinas para terraplanagem, motores e geradores, aviões, pneumáticos, automóveis, motores para veículos e bombas/compressores). Relativamente a agosto/2015, houve crescimento de 5,2%, em virtude do aumento nas vendas de produtos: manufaturados (+17,6%, de US$ 267,7 milhões para US$ 314,8 milhões), enquanto decresceram as vendas de semimanufaturados (-4,9%, de US$ 103,3 milhões para US$ 98,3 milhões) e básicos (-1,2%, de US$ 348,5 milhões para US$ 344,4 milhões). Nas importações, a média diária até a 3ª semana de setembro/2015, de US$ 637,5 milhões, ficou 31,8% abaixo da média de setembro/2014 (US$ 934,5 milhões). Nesse comparativo, decresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-70,3%), siderúrgicos (-39,8%), veículos automóveis e partes (-29,9%), aparelhos eletroeletrônicos (-27,2%), plásticos e obras (-21,7%) e equipamentos mecânicos (-21,5%). Ante agosto/2015, houve crescimento de 4,6%, pelos aumentos em adubos e fertilizantes (+38,4%), farmacêuticos (+21,6%), instrumentos de ótica e precisão (+10,1%), combustíveis e lubrificantes (+9,8%) e aparelhos eletroeletrônicos (+5,1%).

Fonte: http://www.aeb.org.br/

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