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21 de Outubro de 2016

Produtos nacionais atingem mercado exterior com planejamento e código de barras

A entrada das empresas brasileiras no mercado exterior depende de uma série de fatores, além de seu produto estar preparado para exportação. A adoção de padrões de identificação de cada item é um dos primeiros cuidados para que os sistemas logísticos e de emissão de documentos ganhem produtividade e fluência no work flow. A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global, indica os principais passos para empresas que ainda não têm essa experiência.

Depois de o produto estar em conformidade com os padrões e requisitos para exportação, conhecer mais sobre o país de destino é ideal. Isso ajuda a evitar situações que podem ser ofensivas em determinados lugares. Por exemplo, em alguns países, cores e números podem ter conotação negativa, o que faz com que eles precisem ser evitados na hora de exportar para esses lugares. Outro ponto que pode auxiliar é fornecer acesso ao site com a linguagem no idioma oficial dos países importadores e fazer o mesmo com o rótulo dos produtos que serão enviados.

Assim como no comércio interno, no mercado de exportação os documentos são fundamentais para uma boa negociação. Para isso, é importante preocupar-se com os contratos, que especificam as condições da relação de comércio, os valores e as responsabilidades. Alguns desses documentos já são padronizados, o que facilita o processo. Deve haver total clareza nas informações e que as condições sejam bem específicas. Quando uma empresa decide se tornar exportadora, ela precisa adquirir alguns registros, que são solicitados na Receita Federal e na Secretaria de Comércio Exterior, que é ligada ao Ministério do Desenvolvimento.

Caso opte, o empreendedor pode contar com uma empresa que será sua intermediária na hora de realizar as negociações com o mercado externo. Se o gestor utilizar dessa prática, a empresa dele não será obrigada a fazer o registro nos órgãos citados acima. Contudo, a empresa contratada, chamada de trading company, cobrará um porcentual sobre o valor de cada venda, o que acaba reduzindo o lucro obtido com o produto.

Códigos de barras - No Brasil, desde 1984, o padrão que vigora é o EAN de 13 dígitos para o Sistema Nacional de Codificação de Produtos, hoje adotado na maior parte do mundo. A aplicação do código de barras tem duas etapas. A primeira é criar uma estrutura para as numerações - que devem ser exclusivas - para cada item, por meio da criação do Número Global de Item Comercial (GTIN), que também é conhecido como EAN-13.

Depois, deve-se selecionar, criar e fazer a aplicação do código de barras mais adequado para a representação numérica da identificação dos itens. Por se tratar de um padrão utilizado por vários países no mundo, antes de iniciar o processo de exportação, vale analisar se os códigos de barras dos produtos de sua empresa já estão dentro desse padrão. Caso não estejam, é preciso fazer as modificações necessárias.


Parceiros comerciais

Esses parceiros podem ser necessários para auxiliar em processos como despacho aduaneiro e transporte dentro do país de destino, por exemplo. É preciso avaliar com cuidado quais serão essas empresas, pois elas atuarão como uma extensão do trabalho da organização brasileira. Ou seja, os valores e os objetivos devem estar muito bem alinhados.

No início do planejamento os processos parecem todos complicados, vale recorrer ao apoio do governo. Os sites do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX) são referência e fonte de informações para novos exportadores.

Existem empresas especializadas que podem auxiliar nos mais variados processos que estão relacionados à padronização de produtos para exportação. Como entidade sem fins lucrativos, a GS1 Brasil é uma das referências.


Fonte: Cargo News

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